Professor Nelson M. Vaz

 

Injetar um antígeno (uma proteína externa) no organismo é tão “natural” quanto entrar em seu automóvel pelo teto. A enorme maioria das exposições a proteínas externas provém da dieta e da microbiota nativa e estas, não “imunizam” o organismo, não criam uma “memória” (prontidão a responder intensamente)  como fazem as vacinas injetadas. Mas o corpo incorpora estas interações e “trava” a reatividade em um dado nível.  Estas evidências implicam em todo um outro modo de ver.
Vaz + ilustração 2

 

FIGURA INICIAL

Sugestão de Roteiro

 

1º) Clicar em “Apresentação” (3 textos)
2º) Depois “Biologia do Conhecer”, “O Assimilar” e “A Virada Ontológica” (preferencialmente, nesta ordem)

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Figura 1 – Além de motivos meramente ilustrativos, a figura contém retratos de Louis Pasteur,Charles Darwin e Humberto Maturana, figuras importantes no que se discute neste local. O retângulo cor de rosa com bandas negras é um immunoblot de Alberto Nóbrega (UFRJ), um método de análise “global” de imunoglobulinas naturais postas a reagir com muitos ligantes. O desenho à esquerda é de minha autoria e representa, jocosamente, “a consciência humana”.

 

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Figura 2 – Dr Haity Moussaché (1982) a quem devo minha formação básica em ciência.