Contos

Estávamos os três vivos na tarde azul do sábado, no Alto Caiçara. Fomos comer no self-service. A velha entrou quando já estávamos sentados e foi para uma mesa junto à parede de ladrilhos. Ficou olhando para algo ou alguém às minhas costas e eu quase me virei para ver o que era, quando reparei que o olho da mulher não era o olho que ela usava para ver. Com o outro olho, ela olhava para as mãos sobre a mesa, junto ao prato.